sexta-feira, novembro 11, 2011

Qual é a do outro mundo?!!!

Para muitos de nós, este outro planeta é uma nova Terra possível dentro desta. Embora não pareça aos olhares menos atentos, na real pessoas, grupos e redes de trabalho, a partir de transformações conscienciais, têm lutado e conseguido erguer concretamente parte de um outro mundo melhor. O sonho coletivo já tão real.

Outras gentes - bem mais do que imaginamos também – estão, por sua vez, realizando acessos freqüentes a um outro mundo dimensional, aquele que não é material. Um outro mundo onipresente, acessível pela percepção extra-sensorial, pela transcomunicação, pela conexão com a Unicidade. Ao transcender a mente fragmentada, os circuitos sensoriais e os padrões reducionistas apoiados no conceito limitante de espaço/tempo, essas pessoas se expandem na Totalidade, através de canalizações, insights e meditações. Sinal de que estamos dissipando os véus que aparentemente nos separam de lá - o outro mundo imaterial.
Para outros tantos de nós, o crescente conhecimento de astronomia e ufologia ancora a possibilidade de acesso a outros mundos muito concretos. As vertentes científicas e esotéricas nunca estiveram tão próximas na História terráquea. Nunca tantos humanos estiveram tão focados nos outros mundos do universo, os povos estelares. E vice-versa, quem sabe...
Sim, há muitos mundos... um novo e possível dentro deste aqui, ou o outro mundo etérico, ou zilhões de outros planetas... Mas há outro ainda, talvez mais pungente e revolucionário: o outro mundo que percebemos em momentos em que transbordamos de felicidade, quando soam todos os sinos na catedral de nosso Ser, instantes em que nos harmonizamos por inteiro com a pulsação do Universo. Um outro mundo que reconhecemos a partir de nosso próprio Ser, que clama pela cura de nossos sofrimentos e desarmonias, e pela comunhão com a Perfeição Cósmica.

Pois é para honrar e dar visibilidade a todos esses mundos que abro esse espaço. Para testemunhar, para refletir, para comungar, para somar à causa de todos os sonhadores, guerreiros e curadores planetários. Vamos co-criar e ancorar a Nova Terra, não como uma esperança meio vaga e abstrata, mas como a presença concreta que é, pois ela já está entre nós, e vive através de nós.

Que tal? Espero você no OutroMundo.




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quinta-feira, novembro 11, 2010

No eterno muito agora


meu coração de mago se prepara:
nunca esteve tão próximo o tempo de ir embora
mas pelo caminho vou recolhendo partes de alma

celebrando


e miraculosamente retendo Vida no eterno muito agora de cada beijo

 


...


terça-feira, setembro 14, 2010

A Terra está parindo o novo humano divino

O outro mundo trará o novo humano divino. Em meio a tanto caos e desintegração, uma outra dimensão terráquea sutil está se plasmando na soma quântica das consciências que despertam. Mal percebemos mas o planeta ainda tem uma faixa muito saudável de criaturas e a humanidade da superfície da Terra depende dela para a grande comunhão e transmutação planetária.

Os sinais estão aí. Vida comunitária, ecovilas, permacultura, veganos, crianças índigo e cristal, círculos femininos, doutores da alegria, bicicletada, partos em casa, redes sociais, água diamante, viver da luz, bioconstruções, feiras de trocas, terapias holísticas, economia solidária e muitos outros novos eixos estão se formando na teia vibracional do planeta. Por menos que apareçam, por mais demorados que sejam os resultados concretos, no entanto cada atitude de cidadania planetária marca e reforça a grade energética da renovação.
Essas pessoas de espírito elevado não atuam em suas iniciativas apenas em função das escolhas de suas personalidades, mas ancoram mesmo sem saber um outro andar vibracional que está chegando ao planeta, e até suas manifestações mais densas e egóicas são monitoradas por um comando global sutil – uma outra dimensão que vem nos habitar.
E, na via ao contrário, essas criaturas exalam quanticamente uma nova energia, devolvendo ao universo a luz cósmica que, aos poucos, tece a Terra de outro andar.
Ainda bem, estamos grávidos do outro mundo...

segunda-feira, setembro 13, 2010

Viver ou não no outro mundo

Tudo, absolutamente tudo, é manifestação do mundo da alma. É de lá que veio a chama de nossa respiração, é de lá que a luz sagrada inspira nossos passos terráqueos hoje, é pra lá que irá nossa Vida depois da vida. Até nosso corpo é expressão divina da alma. E cada minuto neste planeta aninha nossa Essência eterna, mesmo que a dimensão física e egóica encubra nossos olhos com ilusão e karmas, e nos seja difícil reconhecer a luminosa vibração da alma em meio a nossas vidinhas terráqueas. Mas somos almas, sim, seis bilhões de almas inspirando e monitorando nossa manifestação terráquea.

A grande maioria dos humanos nem tá aí pra isso... Desde crianças, somos educados a viver apenas a dimensão do ego, acarinhados, protegidos, queremos a todo instante nos afirmar como criaturas. O mundo da vida “normal” se transforma num palco diário para afirmações e conquistas, queremos um casão, um carro com status, um cônjuge vistoso, um filho que nos dê orgulho, que nos confirme como pais, etecétera e tal. Passamos a vida inteira, até a velhice, mergulhados em nossas auto-ilusões, nossos códigos pessoais, nossos julgamentos, nossos medos, nosso desejo de sermos aceitos e aprovados.
E a vida na matrix fica nisso...
Não nos ensinam a lidar com as dimensões que não são palpáveis através dos cinco sentidos tradicionais, não somos estimulados a ser felizes de dentro pra fora, não somos treinados a entrar no mundo sem deixar que ele entre em nós. Fazemos com que vento e ilusão e desimportâncias se tornem alicerces da existência, transformamos a impermanência e a transcendência em eixos impensáveis e descartáveis.
E, no entanto, a vida mais absoluta não está aí, nossa dimensão definitiva habita o centro profundo de nosso Ser, tenhamos ou não olhos para ver. A vida vem do alto, a vida é luz cósmica que penetra nossos chakras e ancora na Terra, a vida não é nossas rotinas, a vida é energia espiritual que move o sangue, o cérebro e o ego. A vida é alma pulsando em nossos corpos e em nossas escolhas kármicas. A vida é outro mundo.

domingo, setembro 12, 2010

Os espelhos de nossas vidinhas

"O ensinamento fundamental dos místicos do Tibet consiste em que compreendamos que o mundo e todos os fenômenos que se nos deparam são somente espelhismos em nossa imaginação. Nirvana é a ausência de toda crença, de toda imaginação, é a cessação da atividade que cria os espelhismos".
Tsong-Kha-Pa


Sempre me chamou muita atenção esse tipo de alcance dentro da espiritualidade oriental. O céu seria, então, a ausência de crença, imaginação e atividade, olha só!! É difícil aceitarmos, sequer imaginarmos, que deus é uma espécie de "nada" - o Grande Vazio, como chamam algumas correntes filosóficas.
Mas vamos pensar assim: a fonte cósmica que gerou todo universo é o princípio criador, aquilo que sempre "É", que nunca foi criado e que nunca vai acabar. É a força animadora primordial imanifestada que se converte em suas criaturas. O poder do Uno e o verso de suas criaturas, o UniVerso.
E nós, que estamos manifestados, cada um de nós é uma sagrada Parte, e ao morrer deixamos de ser essa Parte e voltamos ao Todo. Mas esse Todo não é apenas o conjunto de galáxias e sóis do universo manifestado, é numa dimensão ainda mais sutil o Grande Vazio, a serenidade absoluta, o cessar de toda manifestação.
Mais ou menos como se o princípio da vida fosse um oceano sereníssimo, enquanto a manifestação seria uma onda que surge. Há vertentes que até dizem que o princípio que sempre "É" seria a força masculina do universo, e quando essa energia gera movimento e se manifesta na realidade mais densa seria, então, a força feminina. O masculino, a força. O feminino, o movimento.

Atrás de todos os espelhos - Mas voltando aos espelhismos, é impressionante pensarmos que, ao levantar de manhã, já estamos gerando karma, e será assim até o último minuto de nossas vidas. Não tem jeito. É da mecânica desse Plano onde estamos manifestados agora. Aliás, provavelmente também estamos manifestados em outras dimensões nesse instante mas nossa mente material e egóica, densa que é, só alcança esse andar de consciência.
Sabemos que nossa vibração pessoal atrai pessoas e fatos, a vida que estamos levando agora é a vida que configuramos no passado. E a realidade externa funciona como um grande palco didático repleto de espelhos que nós mesmos criamos e mal percebemos que a rede de fatos que nos rodeia é a gente mesmo em outros padrões de manifestação.
Então, cuide o foco, preste atenção no que você está desejando e atraindo, pense muito bem em suas escolhas. E saiba que a verdade mais definitiva, a felicidade e o nirvana estão lá, silenciosos, serenos e muito quietos atrás de todos os espelhos de nossas vidinhas.

sábado, setembro 11, 2010

OutroMundo lança edição temática sobre Transição

Transição Planetária é como se chama, modernamente, o conjunto de movimentos vibracionais muito sutis, que afeta todas pessoas no planeta, umas mais, outras menos. O que se pode compreender a partir de canalizações recentes é que a Terra, como um todo, se aproxima de uma nova dimensão, e este direcionamento provocaria profundas alterações no plano concreto da realidade.
Fala-se em terremotos, tsunamis, deslocamento do eixo magnético e outras colossais manifestações da natureza, incluindo mortes em massa.
Dando os devidos descontos, chega a impressionar como as previsões de muitas culturas antigas de diferentes lugares, em diferentes épocas apontam juntas para o tempo em que vivemos como aquilo que seria o final do mundo como o conhecemos. Não uma implosão, mas uma quebra de paradigmas. Não o fim, mas uma profunda transmutação, tão gigantesca que seria equivalente, na real, a um fim de mundo.
OutroMundo lança seus olhares sobre estes importantes indicativos.
Entre as seções, você encontra conteúdo sobre 2012, novos mapas da Terra, sonhos com ondas gigantes, crop circles, 11:11, Trigueirinho, cura planetária, etc.


http://outromundo-transicaoplanetaria.blogspot.com/

terça-feira, novembro 10, 2009

Só notícia boa!

A nova editoria do OutroMundo. Clique aqui.

http://outromundo-noticiaboa.blogspot.com



DESTAQUES: Você pode navegar aqui por temas como esses:
:: Que tal morar de verdade numa casinha na árvore, longe do caos urbano? Huuum? Que tal ter o tronco de uma árvore centenária atravessando o meio da sua sala? Que tal acordar e tomar o café acima da copa das árvores vizinhas? Pois é, isto existe. E em pleno Brasil!!
:: Ecojogos, uma nova e já madura tendência de mercado nos games de Internet, onde se pode brincar e aprender boas noções de ecologia, ética e sustentabilidade.
:: Nadismo, um clube pra fazer exatamente nada, pra dar um stop na correria e “nadear” conscientemente.
:: Consciência ecológica chega ao sexo. Lubrificantes orgânicos, algemas feitas de materiais reciclados, preservativos vegetarianos - sem proteínas animais em sua fabricação - e brinquedos eróticos feitos de madeira ou vidro são as novidades da linha erótica ecologicamente correta.
:: Quer salvar o planeta e não sabe como? Plante árvores pela Internet! É serio!! Conheça o programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica ativado especialmente pela web. É fácil, é grátis e é real!

:: Voluntários da felicidade, doutores em besteirologia aguda, gente que se une pra levar alegria a crianças internadas em hospitais. Eles são os doutores da alegria.

:: Cidadania bacana: a entidade Bikes for Humanity faz um esforço internacional para coletar bicicletas de 2ª mão nos países ricos e doa para os pobres. Pois já mandou pra África vários navios lotados de bikes.
:: Órgão do Mar: o incrível instrumento natural que toca sozinho, movido pelo vento e pelas águas.
:: Casamento ecológico: divertido, avançado e correto. Não deixe pros outros, faça o seu assim!

:: E etc etc etc...




Dê uma olhada também em nossa agenda, com eventos bacanas pelo Brasil afora. Volte sempre. A roda gira, as notícias boas não param e daqui a pouco o OutroMundo já é outro.

terça-feira, junho 09, 2009

A meus amigos e amigas fora da casinha...


"Foi assim que proliferaram no mundo os portadores de sonhos, atacados ferozmente pelos portadores de profecias que falavam de catástrofes. Foram chamados iludidos, românticos, pensadores de utopias, disseram que suas palavras eram velhas - e de fato eram porque a memória do paraíso é antiga no coração do homem".

(Gioconda Belli - poetisa nicaraguense)

sexta-feira, outubro 27, 2006

Rezando sem palavras

Sempre fui um rezador, e sei que a oração é potente como um caldeirão de bruxa: faz acontecer mesmo. Tinha uma época que, ao dormir, eu rezava e pedia por 23 pessoas, juntando parentes, amigos, girls... Depois compreendi que deus não precisava das minhas orações, quem precisava era eu, hehe, e passei a ficar bem mais econômico, apenas agradecendo e pedindo luz para meus amores e tal. Hoje tô bem radical nessa não-necessidade de deus através de palavras ou sentimentos, minha oração agora simplesmente é viver...

... E sinto que estou rezando quando me assaltam insights, quando penso na força da vida, quando me sinto às vezes pequeno de tanto maravilhamento, quando ajudo alguém, e muitas, muitas, muitas vezes quando elevo o pensamento em agradecimento, pode ser por um simples momento de sol perto do rio, num orgasmo, na sensação gostosinha de ir dormir de manhã quando todos estão acordando, etc. Vezenquando faço os mudras do Calendário Maia, que são gestualizações para sintonizar a energia de cada kin diário. Gosto! Seria uma espécie de oração “teatral”, é rezar com o corpo...

Não sei definir a que ou a quem mas, todo dia, quando acordo e quando durmo, agradeço o que a vida me traz nesse dia, e o que me leva também, e já compreendi que, quando o universo leva, na verdade está trazendo. Inventei uma oraçãozinha particular: "Entrego minha vida ao universo e recebo a vida do universo em mim". Pensar nisso, sentir assim, realmente vibrar essa entrega, e confiar na perfeição cósmica dessa dança do universo com a gente, isso pra mim é rezar hoje - e não precisa mais nada. Eu era um rezador e me resumi a isso...



Não tem mocinho na guerra do bem

Fico pensando o que faz a maioria dos cristãos, ao rezar o Pai-Nosso em voz alta querendo que seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu mas ficam no chão quando perdem o emprego ou quando um filho morre num acidente, etc etc, coisas no gênero...

Óbvio que essa incoerência não é monopólio dos católicos & cristãos em geral, por certo há budistas, xamãs e outros mais se detonando quando o destino pega pesado, mas convivi mais de perto com cristãos, daí o contraste.
O que importa refletir é sobre essa não-aceitação daquilo que chega em nosso caminho: quando nos entristecemos ou até quando nos revoltamos contra a vida por conta de perdas inadmissíveis e "incompreensíveis", na real estamos querendo que seja feita a nossa vontade. Na real, é até arbitrariedade de nossa parte, é querer impôr os nossos desejos pessoais acima da vontade divina, sutilmente na verdade é um grande pecado, se fôssemos ficar na ótica cristã.
Soa frio e distante, eu sei. Não, não é fácil, e somos humanos, dói muuuuito, mas se a gente conseguisse iluminar o plano egóico com a luz de nossas próprias almas e nosso Eterno, tudo ficaria mais light e em harmonia com o divino...


O sábio percebe antes -
Quando tudo tá rolando legal, quando estamos naquelas fases onde tudo dá absolutamente certo, é fácil perceber o bem. Mas o sábio percebe a perfeição cósmica não apenas nas fases boas mas sempre: todos os males e o maior mal de nossas vidas são convites à evolução e trazem em si beleza e lições importantes, pelo menos para quem tiver olhos para ver.
E não por conformismo, por aceitação, por saber extrair um lado "bom" das notícias ruins, não é um bem pra compensar o mal, mas a perfeição!
É a face escura da cura, o ciclo doloroso da transmutação e, acima de tudo, quando se dá tempo ao tempo e se pode rever os fatos à distância, beber a sabedoria que habitava todos os minutos durante a crise, quando viva estava.
O sábio percebe antes. Percebe na hora. Ele tem a dor e a perda como irmãs sagradas, as mestras nem sempre bem-vindas mas sempre eficientes, em cujo fogo ardemos, e dele transmutados saímos.
E no espelho do mundo, quando tudo tá rolando legal, quando estamos naquelas fases onde tudo dá absolutamente certo, é muito difícil perceber o mal que o aparente bem trazia, cuja face nua mostrará dias depois.

Nem a dor, nem a alegria, enganam o sábio.
Tudo é vento e ilusão.
Só o eterno e o invisível são os minutos que podemos ver.

quinta-feira, outubro 26, 2006

Vidas passadas, here and now

Minha aproximação com vidas passadas foi totalmente espontânea e prática, não veio por intermédio de teses nem de religiosidade ou terapia. A vida é mesmo muito mágica: em 1997 - o exemplo lembro bem - o tema de vidas passadas para mim era apenas uma pauta para mesinha de bar, uma especulação contra a qual eu tinha inúmeros argumentos racionais. Bem concatenados, por sinal, hehe. Em compensação, atualmente vim a descobrir que acessar memórias antigas é um de meus dons sensitivos mais desenvolvidos. Que coisa! :)

Depois que fui acordando para a minha essência espiritual, fui também me aproximando de outras dimensões através da intuição, largando aos poucos muitas verdadezinhas pessoais, e lá pelas tantas comecei a me lembrar de cenas de outra vida com a namorada que eu tinha na época, algo completamente consciente: não foi sonho, não bebo, não fumo, não cheiro, etc., e as imagens começaram a vir, nítidas.
Hoje aprendi a pesquisar mais quando a imagem vem, trato de me deixar bem riléx mas fico desejando saber mais, aí as imagens e sensações vêm vindo, muitas vezes mais sinto do que vejo. E em certas situações, consegui reconstruir as memórias com alguém junto aqui nessa vida, a gente dialogando e aumentando a lembrança.
A gente mesmo fica meio duvidando no início. Aos poucos, entratanto, fica claro que é verdade, tipo "tô vendo um objeto redondo em cima da mesa, tu tá vendo também?", "sim", "que formato ele tem", e o outro responde certo, e assim vai... É bárbaro! Quando a outra pessoa também tem facilidade, a gente chega a descobrir inúmeros detalhes, inclusive dos aspectos da personalidade, as emoções, os motivos dos dilemas, etc. Com uma ex sensitiva, acabei descobrindo que já tinha me relacionado com ela numas quatro ou cinco vidas, e reconstituímos uma a uma.
Mas mesmo a sós, em alguns casos é possível compreender todo o fio da história, e perceber o contexto emocional e kármicos das figurinhas em jogo lá.
Aliás, que muito explicam as personalidades de hoje.

Não curto karcesismo - Não sinto que a gente precise descer a uma religião para viver a espiritualidade, e existem mais de 20 escolas espirituais que aceitam e explicam a reencarnação, sendo que Kardec é o mais recente na História e, pra mim, é explicado milimétrica e racionalmente demais, e um tanto focado na coisa de culpa, expiação, etc, que pra mim é judaico-cristão, é uma energia de era velha, a Era de Peixes.
Outras vertentes que lidam também com acesso a consciências de outras dimensões vão bem mais além desse primeiro andar de almas aflitas, muito parecido com nosso andar terráqueo, pra mim o espiritismo fica muito só nesse primeiro naipe vibracional, quando estamos num multiverso cheio de dimensões e dimensões, também por aí acho o kardecismo meio atrasado e limitado do ponto de vista meramente energético.
Well, mas cada um, cada um.
Por ter muita facilidade de reencontrar pessoas de meu passado remoto, além de dom isso é uma ferramenta para reintegrar pedaços da minha alma, faz parte do caminho de evolução e ascensão reintegrar nossas outras partes vibracionais, e limpar esses laços kármicos. Limpar que eu digo não é no sentido kardecista, como se fosse algo necessariamente ruim, mas no sentido de capturar de novo o laço, tornar consciente e reintegrar na nossa energia. Acima de tudo, desfazer o véu das ilusões da separatividade, e enxergar aquelas almas hoje tão próximas como traços de outras energias antigas, que têm bem mais a ver comigo do que simplesmente as coisinhas de hoje. E, num sentido mais largo, percebê-las como pedaços de mim, e nós todos como partes vivas da grande Vida, sem separar interno e externo.


E deus não tem nada a ver com isso - Além disso, tenho a mais completa certeza de que TODAS as informações de nossas vidas passadas estão arquivadas nas nossas dimensões mais sutis do que aquilo que o ego pode alcançar. É preciso sutilizar a vibração pessoal para que a mente material acesse as informações da nossa natureza eterna e sutil, em outras palavras qualquer ego pode acessar a alma mas é preciso vibrar sutilmente para virar a chave e alcançar a nossa porção eterna.
E isso tudo não está sob coordenação de um deus, que permita isso ou proíba aquilo para teu bem, como vi espíritas alegando na comunidade de vidas passadas do Orkut. Deus governa, digamos, de um andar bem mais superior, ele é a fonte cósmica, a grande inteligência que criou tudo isso, mas não está administrando nossas lembranças e escolhas egóicas. Deus não é um pai. Nem está fora de nós.
Se a gente fuma ou bebe ou come muita carne, por exemplo, jamais vai lembrar dessas informações pois nossa energia estará densa e não alcança os arquivos da alma, e deus não tem absolutamente nada com isso, é tudo tu e tuas escolhas de ego.
E deus não tem emoções humanas ou semelhantes, deus não é super homem maximizado, ele não é esse ser com preocupações paternais com as quais vejo karcecistas, evangélicos e cristãos pregarem. Outras e outras vertentes não falam nesse tom, não é sou eu que não sinto assim. Os budistas inclusive afirmam que deus é o criador e as criaturas, não é algo externo a nós, não como uma forma poética ou infantilmente espiritual de achar que tudo está ligado, eles crêem fortemente nisso, que deus é tudo, e não algo que nos governa... e o budismo nem se propõe como religião. Os druidas também viam deus assim, de uma forma panteísta, que deus é tudo, e segundo li Alan Kardec desconfiava que tinha sido um druida, que eram os sacerdotes dos celtas.
E por aí vai.

Daria para complicar mais - ou clarear - essa história toda se a gente perceber que o tempo como conhecemos é uma sensação tridimensional aqui da nossa manifestação terráquea. Na real, saindo dela, o tempo é outro, não-linear, e tudo isso se relativiza.
Bem pessoalmente, tenho a sensação de que a linha de vidas e vidas é apenas uma faixa energética da nossa essência vibracional, e que dentro das 3D têm sua lógica em linha reta, mas somos mais, bem mais, você e eu, do que esse egos indo e vindo em suas vidinhas terráqueas...

segunda-feira, outubro 09, 2006

Sexo e alma para quem não gosta de tevê

Estamos maduros para o amor quando não temos mais ilusões mas esperanças renovadas no simples fluxo do cotidiano, quando sabemos que um dia nosso desejo escolheu aquele Ser. O amor e a sexualidade aplacam nossa angústia de existir, a angústia básica de sermos quem somos, de termos errado tanto conosco e com os outros, a angústia da finitude, o aparente absurdo da morte, e nesse sentido quanto mais angustiados, mais queremos sexo. Quanto mais equilibrados, mais queremos o outro em si...

Muitos de meus amigos e amigas mais zen não gostam de tevê, e vejo pessoas fazendo questão de mostrar explicitamente em seus profiles orkutianos que não assistem televisão. Mas, bah, eu adoro! Além de me divertir com coisinhas desimportantes como Everybdoy Loves Raymond e Two and a Half Men - corrosivos, sutis... - e Friends (só bobeira mesmo), já aprendi muita coisa bacana nos canais a cabo na área de espiritualidade, arqueologia, história, ufologia, astronomia, etc etc... Aprendi bem mais do que em anos e anos no colégio...
Aliás, graças à telinha, além de aprender aquelas coisas que ficam para sempre, também vi o que é o sol da meia-noite no pólo sul, vi como é a aurora boreal e o que é o lago mais alto do mundo numa ilha feita só de areia do mar, para citar três exemplos da riqueza de apenas "ver", não me refiro a aprender mas ver, como só a tevê e o cinema são capazes. Embora ver é aprender, óbvio.
Nos canais abertos realmente é um deus-nos-acuda mas há o que se salve. As noites de domingo na TV Cultura são muito especiais. Sou fanzoca do "Provocações", do Abujamra, por si só um bruxo velho que já vale o ingresso, mas o programa é demais, faz a gente pensar fundo e não rolam escrúpulos para falar o que tiver que ser falado contra o sistema, as figurinhas da mídia e da política, a cultura de massa e outras cositas...
Mas não tô aqui para fazer crítica de tevê e você quer saber é sobre sexo e alma.


Pois é, no também instigante "Café Filosófico", do mesmo canal e da mesma noite, vi um psicanalista falando sobre sexualidade, desejo & casamento. Não peguei o nome mas o cara é tri bom.
Ele diz, por exemplo, que as religiões em geral e certas linhas pedagógicas nos ensinam que maturidade num relacionamento é ambos olharem para o mesmo ponto e seguirem juntos para lá, que devemos buscar a sintonia abrindo mão um pouco do que somos para sermos iguais, enquanto dois, e tal. Isso é romantismo, ilusório e profundamente danoso, segundo ele, pois quando nos tornamos iguais, quando desejamos as mesmas coisas, quando sonhamos pelos mesmo motivos, acabamos perdendo o desejo pelo outro.
A diferença é a razão do desejo. Aquilo que nos encantou no ser amado lá no início era a sua beleza única, aquilo que nos atraiu era a sua originalidade, aquilo que não é o "eu" no outro.
Ele fala também que a psicanálise é dura e dolorosa pois nos chama para o real, para a verdade da nossa paisagem única, enquanto a psicologia e a pedagogia têm vertentes que conduzem a ilusões, tratam desiguais de uma forma igual. Na linha pedagógica das escolas, por exemplo, empurram um modelo para todos, como se fossem iguais, e depois temos que levar um aluninho para socorro no departamento de pedagogia, e outro pro de psicologia, e assim vai, aparando os furos do padrão...
Com os relacionamentos, a chave justamente é manter a originalidade de cada um, equilibrar aqui e ali, negociar, equalizar, mas nunca buscar a harmonia dos iguais - a sintonia forçada de abrirmos mão do que somos para sermos, fazermos e vibrarmos igual a quem amamos.

Saindo da mesmice - Ele diz que não é fácil mas é plenamente possível manter o desejo dentro do casamento, vida afora. Não precisa ser só pela via sexual - também é mas não só -, casais que não fazem amor há quinze dias também revelam desejo quando o marido ajeita a gravata em frente ao espelho e pergunta à esposa: "Tá bem essa, véia?". Não importa a resposta dela, reveladora é a pergunta, pois enquanto a opinião do outro é importante para mim é porque ele é minha referência, o outro faz parte especial de mim.
Deu outro exemplo: o marido vai ao estádio de futebol, entra na fila, mas acontecem tumultos, brigas entre torcidas, pedradas, ele pega o celular, liga para a esposa e pergunta o que ela acha, se ele deve sair da fila. Não importa a resposta dela, o que importa é que ele ligou pra ela, quis ouvi-la. Quando trazemos o outro como referência em nossos momentos de angústia, isso é desejo.
A esposa lá se sentirá importante para ele, nem importa o que diga, o que vale é sentir o desejo do outro em escutá-la. O psicanalista conta que engessamos o amor nos rótulos de casamento e namoro, e não vemos as sutilezas do amor, como os casais que se separam mas nunca se separam de verdade, pois vivem prestando atenção no outro, muitas vezes sabendo muito mais um do outro do que quando eram casados. E o desejo lá, vivíssimo, o outro como centro de nossas referências, e nós ali, casados com outros parceiros.
Mesma coisa, os "amigos". Há amigos que não sabem que namoram, funcionam perfeitamente como casais na vibração, na alegria, na sintonia, na cumplicidade, e não têm sexo porque são apenas amigos, mas na prática funcionam como casal, muitas vezes com uma qualidade melhor do que com seus cônjuges oficiais. Quando acontece algo muito bom, um rompante de felicidade, ou quando estão muito mal, com vontade de chorar e se abrir com alguém, muitos não telefonam para o namorado mas para aquele amigo de fé - o desejo está aí, segundo ele.
O desejo não é prazer. Nas danceterias, mulheres esculturais e mocinhos sarados escaneiam a fauna, elegem um ser mais desejável, transam, e o desejo vai embora, pois o outro não é seu objeto de desejo e, sim, objeto de prazer.
Desejo é ter o outro como parte especial de si. Desejo é querer a cumplicidade daquele alguém nos momentos-chave, seja na alegria, seja na dor. "Por isso, amigos ficam só nessa de amigos, e se amam pela vida inteira, são cúmplices, são casal verdadeiro, mas ficarão nesse amor só de amigo até que a morte vos separe", diz o cara.

Como manter a chama do desejo - O tal psicanalista que não sei o nome diz que há duas chaves principais para haver permanência do desejo anos a fio. A primeira é que o outro precisa saber que é desejado, precisamos sinalizar cada um a seu modo de que o outro ainda é muito importante para nós, muitas vezes ele é mas acabamos caindo na preguiça ou na correria dos afazeres da vida e de casa, e não dá clima para expressar essa importância, que está lá, viva, mas imanifestada.
Maridos, namorados, prestem realmente atenção quando ela pergunta se a roupa que acaba de vestir está bem. Manifestem uma opinião verdadeira, mesmo que ela vá trocar o look mais 17 vezes, hehe, mas manifestem que aquele coraçãozinho aflito por causa da roupa lhes é importante. Ainda.
Mulheres, rapazes, todo mundo, nunca deixem que o orgulho ou o medo os impeça de pedir desculpas, de falar que por trás da raiva, das brigas, das atitudes impensadas, o outro é importante para você, e que não estamos amando menos quando erramos ou machucamos. "Você é importante para mim. Ainda!!", palavrinhas mágicas que encurtam muitos desnecessários caminhos.
Estou divagando. Voltemos pro café. O cara diz que a segunda chave importantíssima é termos a coragem de encarar que não há parceiro ideal, aquele com quem sonhamos a vida inteira não existe. O que há são os parceiros reais, pessoas com farpas e sombras, e que vão nos machucar e nos desiludir. A magia da vida está em nos associarmos a estas pessoas e vivermos um amor real, que nos torna verdadeiramente humanos, pois o desejo um dia nos uniu àquele ser, sua beleza única nos cativou, e agora o que temos na mesmice dos dias é o desdobramento daquele ser; aquela maravilha inicial não sumiu, apenas se transformou, e nós nos transformamos também, muitas vezes em direção ao que não queríamos.
Transformados pelo tempo, estamos aqui, associados, e precisamos reencontrar significados novos na relação. Às vezes em função de metas novas que juntos faremos, ou mesmo por causa de sonhos de um e outro individualizados mas com a presença cúmplice do outro em nossos caminhos. Mas há sempre como reencontrar o mistério e o sagrado do outro nas relações longas, quando assumimos corajosamente que não há como manter a jovialidade inicial, nem com quem está conosco nem com mais ninguém.
Estamos maduros para o amor quando não temos mais ilusões mas esperanças renovadas no simples fluxo do dia a dia, quando sabemos que um dia nosso desejo escolheu aquele Ser. Casamos sempre iludidos, ele diz, com a esperança de que o outro é o fim de nossas buscas pelo companheiro ideal, "este sim! agora vai"...

O amor e a sexualidade aplacam nossa angústia de existir, a angústia básica de sermos quem somos, de termos errado tanto conosco e com os outros, a angústia da finitude, o aparente absurdo da morte, e nesse sentido o psicanalista lá afirma: quanto mais angustiados, mais queremos sexo. Quanto mais equilibrados, mais queremos o outro em si...
O grande buraco da existência, agora digo eu, a aflitiva angústia de simplesmente termos que viver nos faz andar por aí atrás de uma outra metade, e aí namoramos, caçamos e casamos iludidos com a esperança de que, finalmente, não estamos mais sozinhos, de que agora temos onde recostar a cabeça, finalmente achei você - e perdemos a nós mesmos na grande ilusão do amorzinho terráqueo.
O amor não precisa do outro, quem necessita é o ego. O amor se compraz, é assim que se escreve? Estou vendo tevê demais, preciso voltar aos livros do colégio...

Ilustração: Frank Frazetta

quarta-feira, setembro 13, 2006

Menos, menos!


Se quisermos que a Terra reencontre o seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor. Para isso, importa termos coragem de ser contra a cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.

Leonardo Boff


sexta-feira, setembro 08, 2006

Por isso sou fanzoca do Osho

Reflexões do cara.


Sempre é bom reler, clarear a mente e esquentar o coração através da chama ardente da sua alma e do Amor... do seu amor...

“O estado mais elevado de amor não é, de modo algum, um relacionamento: é simplesmente um estado do seu ser. Assim como as árvores são verdes, aquele que ama é amoroso. Elas não são verdes apenas para determinadas pessoas: não é que quando você aparecer, elas se tornam verdes. A flor continua espalhando sua fragrância quer alguém apareça ou não, quer alguém aprecie ou não. A flor não começa a liberar sua fragrância quando um grande poeta está se aproximando – 'Bem, este homem apreciará, este homem será capaz de compreender quem eu sou'. E ela não fecha suas portas quando vê que uma pessoa estúpida, idiota, está passando por ali – uma pessoa insensível, obtusa, um político ou alguém parecido... Ela não se fecha – 'Qual o sentido? Por que jogar pérola aos porcos?' Não, a flor continua espalhando sua fragrância. Trata-se de um estado, não de um relacionamento. (...)

A arte do outro - Amor significa a arte de estar com os outros. Meditação significa a arte de estar consigo mesmo. São dois aspectos da mesma moeda. Uma pessoa que não sabe como estar com ela mesma verdadeiramente não pode relacionar-se com os outros. O relacionamento dela será inconveniente, sem graça, feio, fortuito e acidental. Num momento tudo está indo bem e noutro momento tudo se foi. Isso estará sempre indo para cima e para baixo; nunca ganhará profundidade. Será muito ruidoso. Certamente que lhe dará uma ocupação, mas não terá nenhuma melodia nela nem lhe alçará até as alturas da existência ou até as profundezas do ser.

E vice-versa: a pessoa que não é capaz de estar com os outros, de relacionar-se, achará muito difícil relacionar-se consigo mesma, porque a arte de relacionar-se é a mesma. Seja relacionar-se com os outros ou consigo mesmo não faz muita diferença; é a mesma arte.

Essas artes têm que ser aprendidas juntas, simultaneamente; elas são inseparáveis. Esteja com as pessoas, mas não inconscientemente senão bem conscientemente. Relacione-se com as pessoas como se você estivesse cantando uma canção, como se você estivesse tocando numa flauta; cada pessoa precisa ser pensada como um instrumento musical. Respeite-as, ame-as e adore-as, porque cada pessoa é uma face oculta do divino. Portanto seja bem cuidadoso, bem atento. Lembre-se do que você está dizendo; lembre-se do que você está fazendo. Pequenas coisas bastam para destruir relacionamentos, e pequenas coisas tornam relacionamentos tão belos. Às vezes basta um sorriso, e o coração do outro se abre para você; às vezes basta um olhar errado em seus olhos, e o outro se fecha – é um fenômeno delicado. Pense nisso como uma arte: assim como o pintor é muito vigilante do que ele está fazendo na tela, cada simples traço irá fazer muita diferença. Um pintor verdadeiro pode mudar toda a pintura apenas com um simples traço.

A vida tem que ser aprendida como uma arte: muito cuidadosamente, bem deliberadamente. Assim o relacionamento com os outros precisa tornar-se um espelho: veja o que você está fazendo, como você está fazendo isso e o que está acontecendo. Que está acontecendo ao outro? Você está tornando a vida deles mais miserável? Você está provocando sofrimento neles? Você está criando um inferno para eles? Então retire-se. Mude suas maneiras. Embeleze a vida ao seu redor. Deixe que cada pessoa sinta que o encontro com você é uma dádiva: apenas por estar com você algo começa a fluir, a crescer, algumas canções começam a surgir no coração, algumas flores começam a se abrir. E quando você estiver sozinho, então sente-se totalmente em silêncio, absolutamente em silêncio, e observe a si mesmo.

Assim como o pássaro tem duas asas, deixe amor e meditação serem suas duas asas. Crie uma sincronicidade entre eles, assim eles não estarão de maneira alguma em conflito um com o outro, porém cuidando um do outro, alimentando um ao outro, auxiliando um ao outro. Esse vai ser o seu caminho: a síntese entre amor e meditação".

OSHO
Para quem se interessa em aprofundar a temática dos relacionamentos, recomendo o espaço temático ABSOLUTA/amores, em especial a seção de SENSIBILIZAÇÃO. Lá temos basicamente por inspiração tatear uma resposta a essa pergunta de Paulinho Moska em sua tocante canção "Vênus": E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?

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Editor do site ABSOLUTA e de sua Série Temática, do blog YINSIGHTS, do blog CROP CIRCLES, e moderador das comunidades 11:11, Eu Sonhei com Ondas Gigantes e Crop Circles/Terra Agora no Orkut.
Integrante do Conselho Mundial de Cidadania Planetária - CMCP.

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